Cloud computing: como empresas podem tirar vantagem de provedores com presença nacional

Provedores com presença nacional ajudam empresas a crescer

Cloud computing: como empresas podem tirar vantagem de provedores com presença nacional

Saiba como os provedores locais de cloud podem melhorar a latência, o suporte e a soberania dos dados das empresas brasileiras.

Sabe quando você está navegando na internet e tudo carrega rapidinho, sem travar? Cloud computing é uma das tecnologias por trás disso, e não serve só para sites. Empresas do Brasil todo estão cada vez mais entendendo como usar essa tecnologia para melhorar seus serviços. E, quando se escolhe um provedor com presença nacional, os benefícios são ainda mais claros. 

Descubra como sua empresa pode se beneficiar dessa escolha. Fique com a gente até o fim e entenda por que a nuvem local pode fazer toda a diferença nos seus resultados.

O que é cloud computing e por que isso importa tanto?

Cloud computing, em uma explicação bem direta, é quando empresas usam servidores e sistemas que ficam na internet para guardar arquivos, rodar sistemas e fazer tudo funcionar à distância. Em vez de instalar programas pesados em cada computador ou ter um monte de servidores físicos ocupando espaço, a empresa acessa tudo online, com mais agilidade, segurança e economia.

Só que nem sempre se pensa no seguinte detalhe: onde estão esses servidores? Quando se fala em cloud computing, muita gente logo pensa nas gigantes da tecnologia, como Amazon, Google ou Microsoft. Elas oferecem estruturas poderosas, sem dúvida. Mas existe uma questão importante aí: a distância entre os dados e os usuários.

Essa distância física pode causar lentidão, falhas de conexão e até problemas de segurança. Se a empresa está no Brasil e o servidor está nos Estados Unidos, por exemplo, o tempo que as informações demoram para ir e voltar pode impactar bastante o desempenho. É aqui que entram os provedores com presença nacional.

Segundo uma pesquisa da IDC Brasil, 42% das empresas entrevistadas disseram que estão migrando seus dados para provedores locais por motivos como desempenho, menor latência e suporte mais próximo. Isso mostra que a escolha do parceiro em cloud computing está indo além do preço, e está cada vez mais ligada à eficiência e ao controle dos dados.

Cloud computing nacional: mais velocidade e menos dor de cabeça

Quando o servidor está mais perto fisicamente de onde a empresa opera, tudo tende a funcionar melhor. Essa é uma das grandes vantagens dos provedores de cloud computing com presença no Brasil. A latência, que é o tempo que uma informação leva para ir de um ponto ao outro, fica bem menor. Isso significa sites mais rápidos, sistemas internos com menos travamentos e uma experiência muito mais fluida para quem usa.

Essa diferença pode parecer pequena, mas no mundo dos negócios, os segundos contam. Um e-commerce, por exemplo, pode perder vendas se o site demora a carregar. Um sistema de gestão com lentidão atrapalha a rotina dos colaboradores. Com cloud computing local, esses problemas são minimizados porque a informação viaja menos.

Outro ponto forte é o suporte. Já imaginou precisar resolver um problema urgente e ter que falar com uma central do outro lado do mundo? Provedores nacionais oferecem atendimento em português, com equipes que entendem melhor as demandas das empresas locais. Além disso, costumam ter maior flexibilidade para adaptar soluções específicas para cada cliente.

De acordo com um levantamento da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), o uso de soluções locais de cloud computing cresceu 28% nos últimos dois anos. Isso mostra que cada vez mais empresas estão percebendo os ganhos práticos que esse tipo de escolha traz.

Segurança, compliance e soberania dos dados no Brasil

Com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) em vigor, as empresas brasileiras precisam estar ainda mais atentas à forma como armazenam e tratam suas informações. Cloud computing, nesse cenário, exige cuidados extras. E quando o provedor tem presença nacional, esse cuidado costuma ser mais fácil de manter.

Provedores locais seguem regras mais alinhadas com as exigências legais brasileiras. Isso ajuda na hora de cumprir obrigações de compliance e evita riscos desnecessários. Além disso, manter os dados no território nacional reduz preocupações com questões internacionais, como a forma como outras legislações tratam a privacidade das informações.

Existe também uma preocupação crescente com a chamada soberania dos dados. Quando os dados da sua empresa ficam fora do país, o controle sobre eles acaba sendo menor. E, dependendo do país em que estão armazenados, podem até estar sujeitos a leis que permitem acesso por parte de governos estrangeiros.

Segundo dados do Gartner, 60% das organizações globais afirmaram que a localização dos dados será um fator decisivo na hora de contratar serviços de cloud computing até 2027. No Brasil, essa consciência também vem crescendo, especialmente em setores como saúde, educação e financeiro, onde a segurança das informações é ainda mais crítica.

Vale mesmo a pena depender apenas das big techs?

Essa é uma pergunta que vem sendo feita por muitas empresas no Brasil e no mundo. Depender apenas das grandes empresas de cloud computing pode parecer vantajoso no início, mas traz riscos que precisam ser avaliados com cuidado.

A centralização dos serviços em poucos provedores globais pode causar instabilidades quando há falhas, como já aconteceu algumas vezes com plataformas gigantes. Além disso, há pouca margem para personalização e negociação. Provedores locais, por outro lado, costumam oferecer soluções mais ajustadas à realidade de cada empresa, com mais atenção e rapidez na resposta.

Outro ponto importante é a latência. Como já foi dito, quanto mais longe o servidor está, maior o tempo de resposta. Isso pode ser um problema para serviços que exigem agilidade, como sistemas de pagamento, apps de mobilidade e plataformas de streaming. Cloud computing com servidores nacionais ajuda a evitar esses gargalos.

A dependência das big techs também pode gerar custos maiores no longo prazo. O modelo de cobrança em dólar, a variação cambial e a falta de flexibilidade em contratos são fatores que acabam pesando no orçamento. Já provedores com presença nacional operam em moeda local e geralmente oferecem modelos de cobrança mais transparentes.

Portanto, não se trata de dizer que um tipo de provedor é “melhor” do que o outro. Mas sim de entender que existem opções, e que usar cloud computing com provedores nacionais pode ser um diferencial competitivo real, dependendo da necessidade de cada empresa.

Global Gate: infraestrutura de ponta com presença nacional

Para empresas que querem aproveitar tudo o que a cloud computing pode oferecer, sem abrir mão da proximidade, da segurança e do controle, a Global Gate é uma excelente parceira. Com presença 100% nacional e data centers certificados pelos mais altos padrões do mercado, a empresa entrega infraestrutura robusta, confiável e sob medida para diferentes tipos de negócio.

A Global Gate oferece soluções personalizadas em nuvem privada, hosting, rede e firewall, sempre focando nas necessidades reais das empresas. Além disso, o atendimento é feito por equipes especializadas, que acompanham de perto os projetos e garantem suporte rápido, em português e com conhecimento profundo do cenário local.

Com a Global Gate, sua empresa não depende de estruturas distantes nem de burocracias internacionais. Você mantém seus dados no Brasil, dentro da legislação, com alto desempenho e total controle sobre sua operação.

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